O Método Anticartesiano de C. S. Pierce

Revirando uns arquivos, achei umas resenhas de uns textos bem interessantes.
Esse, fala um pouco sobre a teoria semiótica de C.S. Pierce.


A investigação nasce a partir da quebra de um pensamento. Segundo Pierce, tal investigação é dividida em três partes: abdução, que é a hipótese; dedução, que explica a hipótese; e indução, que tem por finalidade provar tal hipótese. Toda investigação baseia-se na lógica.
Aristóteles, pai da Lógica, foi o inventor do Silogismo, que é a junção de três idéias, onde a terceira é proveniente das duas anteriores. Porém, essa Lógica era tida como bem menos formal que a da Idade Média. Essa não era de todo formal, embora fosse fundamentada na lógica formal.
Há, segundo C.S. Pierce em Lowell Lectures (1903), três divisões distintas da Lógica, que lidam com problemas diferentes e devem ser tomadas sucessivamente: A primeira – Sintaxe Lógica ou Gramática Especulativa – deslinda a Anatomia e a Histologia do raciocínio; a segunda – chamada Crítica – classifica os raciocínios, determinando os valores; o terceiro ramo – o Método ou Metodêutica – organiza e arranja a investigação.
Certas partes da Lógica consideram que uma análise das espécies de signo que são essenciais à construção do pensamento. A autora denomina isso de Gramática Especulativa.
O signo é algo utilizado para representar um objeto. Todo julgamento a partir de um signo é denominado raciocínio.
Ao término da Gramática Especulativa, tem início a Lógica Crítica, onde é testada a força do argumento e funciona com base de construção da Metodêutica.
Com o texto, conclui-se a importância dos estudos baseados na Lógica para entender o raciocínio da Semiótica e o Método Anticartesiano de C.S. Pierce.

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